OPERAÇÃO ÁGUA BRANCA


FAZER ARQUITETURA - FAZER CIDADE

A proposta para a Operação Consorciada Água Branca consiste em uma reflexão da ocupação contemporâneas das cidades brasileiras.

A proposta, conforme o edital e termo de referência, prevê a implantação de edificações destinadas à habitação, com a previsão de áreas comerciais, instalação de um CEU - Centro Educacional Unificado, uma UBS – Unidade Básica de Saúde e também de um edifício destinado ao Centro de Monitoramento e Gerenciamento Integrado.

Buscou-se uma arquitetura silenciosa e gentil com o entorno urbano. Uma arquitetura que emoldura os espaços públicos, tornando-os atrativos e dinâmicos.

Sua implantação garante a fruição e a permeabilidade do empreendimento, tanto para veículos quanto para pedestres e ciclistas. Uma das premissas do projeto foi propiciar percursos menores para os usuários do transporte coletivo.

A escala e a velocidade do pedestre foram os principais condicionantes projetuais, desta forma a maioria dos edifícios possui pouca altura (térreo + quatro pavimentos), alternados com edifícios com altura média (térreo + nove pavimentos) criando uma urbanidade atrativa e reconhecível. Outra importante questão é a viabilidade econômica do empreendimento, através da utilização de maior número de unidades baixas que possuem menor custo construtivo e unidades médias, onde é possível a utilização de apenas um elevador.


Equipe:

Fábio Domingos Batista

Igor Costa Spanger

Luciano Suski

Moacir Zancopé Júnior Vitor Jun Takahashi

Simone Born

Mariana Steiner Gusmão Rodolfo Scuciato

Suzanna de Geus

Taco Roorda

Bruno César Deschamps Meirinho

Maria Fernanda Incote

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